Em meio a tantas pessoas, me encontrei perdido.
Sem rumo, com vida, mas sem destino.
Uma vaga lembrança do que se passou e uma dor de saudade do que me restou.
Sempre seguindo estava eu, a andar pelas águas turbulentas,
até que por não ter uma bóia, me afundei, me afoguei em sentimentos.
Me despedacei em cacos, feito porcelana na parede, brutal porém lindo.
Aos prantos me peguei, com soluços e de olhos vendados, cego, de amor.
Se amar era estar cego, hoje enxergo.
Entendo e persisto!
Se sofrer é afundar num mar de mágoas, hoje tenho salva-vidas, meus amigos.
Hoje aos poucos venho juntando meus pedaços, meus caquinhos pelos chão.
Pois eu sei que tudo tem um motivo e não fui eu quem errei, alias ninguém errou.
Apenas teve seu momento e simplesmente não durou, não o quanto julguei necessário.
Tudo quebra, tudo some, tudo muda, tudo segue seu caminho.
Apenas eu que não posso me deixar perdido.
Tenho meus planos e minhas expectativas, se nada der certo tiro a carta da manga
num plano mais absurdo e para alguns até sem sentido.
Eu jogo a carta da vida, o coringa desse baralho.
Com ela eu sinto, eu uso, eu abuso.
Eu creio, eu luto, eu conquisto.
Com ela... eu simplesmente vivo.
Sem rumo, com vida, mas sem destino.
Uma vaga lembrança do que se passou e uma dor de saudade do que me restou.
Sempre seguindo estava eu, a andar pelas águas turbulentas,
até que por não ter uma bóia, me afundei, me afoguei em sentimentos.
Me despedacei em cacos, feito porcelana na parede, brutal porém lindo.
Aos prantos me peguei, com soluços e de olhos vendados, cego, de amor.
Se amar era estar cego, hoje enxergo.
Entendo e persisto!
Se sofrer é afundar num mar de mágoas, hoje tenho salva-vidas, meus amigos.
Hoje aos poucos venho juntando meus pedaços, meus caquinhos pelos chão.
Pois eu sei que tudo tem um motivo e não fui eu quem errei, alias ninguém errou.
Apenas teve seu momento e simplesmente não durou, não o quanto julguei necessário.
Tudo quebra, tudo some, tudo muda, tudo segue seu caminho.
Apenas eu que não posso me deixar perdido.
Tenho meus planos e minhas expectativas, se nada der certo tiro a carta da manga
num plano mais absurdo e para alguns até sem sentido.
Eu jogo a carta da vida, o coringa desse baralho.
Com ela eu sinto, eu uso, eu abuso.
Eu creio, eu luto, eu conquisto.
Com ela... eu simplesmente vivo.
Eduardo.

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